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alma

o que é a alma? a alma é um peixe com asas, uma epidemia, um poste nº13, um extintor nº13, uma bicicleta, uma passadeira, uma descida, uma rua, uma padaria, um restaurante italiano, uma palavra, uma música, uma decisão, um erro, um desastre, um furo na alma e tudo igual, tudo resto de um passado que nunca chegou a ser.

a alma não é mais que uma construção do intelecto, para disfarçar a enorme inutilidade e falta de valor do ser humano. a alma é uma manifestação do seu ego. porque nós somos importantes. chamamos alma ao sistema central que nos tenta manter vivos. é uma maldição. uma prodigiosa maldição.
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sei lá o que digo


marasmo infravermelho, photo da casa

o tempo passa sem dar contas a ninguém. as contas dão-se a ele mas perdem-se no irrelevante. não é nisto que penso enquanto escrevo. escrevo palavras, penso palavras, pouco interessa se são iguais ou reais. o importante é respeitar o ritmo, respeitar a melodia. o importante é escrever, não porque interesse para merda alguma o que escrevo, mas porque escrever é mais do que não escrever. assim como pensar é mais do que não pensar. nem só de mais se faz a vida. não digo isso. não digo nada que não sei no que raio penso.
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uma rua. um banco de jardim que parece uma zebra. uma criança que brinca com um hipopótamo apetrechado com uma hélice. um candeeiro que ilumina pouco. uma mulher que brinca com uma roda. um homem que jaz num mar de sangue, submerso pela roda, pela mulher, pela criança, pela escuridão, pela zebra.
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pensamento lógico


life modular de Tim El Marinero @ flickr

as ideias quando quadradas e com ângulos, mesmo que encaixem, não deslizam. é um poema que as faz deslizar. é o pensamento sem sentido, sem lógica, que desliza rio abaixo. o pensamento lógico é mais duro, mais resistente, obstruindo a artéria, secando a alma. e somos só números, não interessa a alma, porque a alma pesa no corpo, é o apêndice da existência, o que interessa é a inteligência e a capacidade de dizer frases completas sem dar erros e fazer contas abstractas e ver os mercados cair. a beleza, a arte, a música das coisas não interessa para nada. não se constroem casas com blocos de fluídos.
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neste momento sinto ódio por todos os seres humanos. a isso chama-se raiva.
neste momento apetece-me fazer algo, mas não me consigo mexer, nem pensar no que será. a isso chama-se tédio.

sou uma chávena de raiva com tédio até ao bordo.

(graças a deus que alguém está com sede)
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miserabilia

vidrados com baixa auto-estima somos todos uns miseráveis que andam sem saber por onde vão. daí o sucesso, a sua necessidade. num mundo sem miseráveis o sucesso era mescla comum de vida e integridade biológica, o sucesso era indiferente porque existir era mais importante.

somos todos miseráveis, vivemos com baixa auto-estima, o rico, o saudável, até o feliz. todos pobres coitados às mesmas leis superiores, divinas ou sabe lá alguém o que são. até os deuses são miseráveis. sujeitos a se amarem, a se odiarem, a mandar profetas à terra, a criarem de um chicho de carne entalado numa costela um ser lindo e magnífico. é a loucura, a psicose, a falta de bom senso largar seres com percepção ao seu destino.

miseráveis, miseráveis, oh miseráveis seres. isto é um grito de desespero, um grito de despego, um grito de liberdade que algo ou alguém quis que eu desse, ou talvez não quisesse mas assim fez.

não há nada maior
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ponte de tédio


Eu não sou eu nem sou o outro,
Sou qualquer coisa de intermédio:
Pilar da ponte de tédio
Que vai de mim para o outro.

Mário de Sá Carneiro

sinto tédio. mais que isso, sou tédio. tão deprimente como qualquer palhaço pode ser. é interessante ainda assim essa indefinição: não ser nada, ser a ausência de tudo. não é interessante, é antes giro de se dizer, porque é giro dizer coisas contraditórias, ou talvez não seja giro, mas dá-me um gozo do caraças e é assim que não me encontro.

não fazer nada é, até certo ponto, uma manifestação última de liberdade: fingindo de morto, atingimos essa liberdade suprema que é estar independente do corpo, do mundo, até do espírito, como um pedaço de nada que somos, sem consciência atrás de nós, perdidos no vazio. ou isso ou como estar preso num poço sem ter como sair, apenas sabendo o quanto se deseja estar no exterior.
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defina eternidade:


o homem de pau, foto da casa

eternidade é para sempre. antes de acabar recomeça e é como se tudo fosse tudo desde sempre. e o nada nunca foi mais que uma ilusão, pedaço de algo sem nome. e não me chamas, dás-me a mão com a face triste e nem sempre foi assim, mas eterno prossigo eu, como se não tivessem passado os anos que passaram, como se não fosse já tudo diferente. eu prendo-me às eternidades e fico melancólico. infames eternidades que já são noutro sítio, não aqui. aqui é tudo como parece ser: tédio, carbono e água.
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é insensato tocar com o céu nas mãos


é insensato tocar com o céu nas mãos, foto da casa

é insensato dizer que estou deprimido ou que tenho qualquer tipo de perturbação mental. é só o tempo que passa e eu não sei que lhe fazer. é só a existência que é vaga, esquizofrénicos de nós que vemos não um reflexo mas vários rostos humanos. é só a solidão da multidão, a solidão do pequeno grupo, a solidão da privacidade, a solidão de se ser humano distinto dos restantes e mais ninguém ver, como nós. é só a virtude que não é de todos, porque não chega um desafio, que multiplica-se logo por todos os seres, vezes vários. é só a carne que apodrece, ou que para não, não deixa apodrecer outras carnes. é só o reflexo de tudo, porque não se bastava ser, ainda há consequências, reflexos, peixes-espada e barbatanas. é só a depressão que se espalha por todos os humanos igualmente miseráveis que têm de viver com o que lhes dão. é só tudo, é só nada, é só uma música,um poema.
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"não vás já! bebe mais um copo"


oficina de escrita, portefólio pt 1ºp. 2010

porquê acabar tão cedo? peca a eternidade de parcimónia? bem-vindos ao passado, ao presente e ao futuro, que estou com insónias e perco-me nos tempos. sempre soubeste os números, e teu nome é o desespero de viver. viver menos que absolutamente, ser livre tão pouco como apenas muito, é pecado, crime, é peso no peito. temos a eternidade para viver, mas também ela passa, ou somos nós que passamos, ou somos passados. não é preciso um sentido, uma razão. tudo ao acaso e tudo como é hoje. bastava um bêbado ter acertado na sanita enquanto mijava e o mundo diferente, completamente.

o mundo é um sonho, uma embriaguez, um acesso de loucura, uma doença do foro psicológico, uma diarreia, uma gripe, uma dor de pés, ai dentes para que vos quero que só me fodeis, e tudo de mau é mundo e vida. também o bom mas esse deixa-o estar que não se escreve, vive-se que só sendo vivido ele é absolutamente. livre, são e sábio. e nós andamos às voltas, sem saber para onde vamos, peças de um jogo que alguém quis jogar, aproveitemos para ver jogar.
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O Post que fala, sem querer falar, da vida e do que ela é, utilizando diferentes conceitos que se unem de uma forma absolutamente inútil


montagem original utilizando imagens do google images, que devem ser de alguém, mas na altura não anotei e agora sei lá

Está na altura de dizer algo sério e a sério. Até vou utilizar maiúscula para atingir tal efeito. É necessário, neste preciso momento, que consiga dizer algo que me transcenda, a fim de não me perder num desses desertos de sei lá o que são, ou vidas, ou chamem-lhe o que quiserem, eu cá sei lá, que já me perdi.

A vida é... Podia cantar a música da série infantil A Vida é... Poderia escrever sobre a vida, em longos traços descritivos, com bonitas metáforas e uma alegoria capaz de fazer qualquer escritor de telenovelas aguar. Não vou dizer nada sobre a vida, que nem sei o que é, se é tudo, se é só o que é considerado parte da Biosfera, se tais e suas vivências. Por vezes descarregamos na vida que, coitada, preferia nunca ter sido criada enquanto conceito.

A transcendência, o eruditismo da linguagem é atingido, não por tão negras e escorregadias lajes orientadores de um qualquer caminho, mas pela exploração de diferentes temas, de preferência de uma forma vaga, informada e completamente aleatória. Como um homenzinho de mapa e bússola na mão, ignorando que é cego. Talvez a transcendência não se atinja, talvez seja ela que nos atinge a nós, como um trovão no meio de uma dança no Carnaval.

Eu que queria falar a sério, não disse nada, nem sequer me aproximei de o fazer. Este é dos posts mais inúteis que já escrevi, demonstrando nada mais que a falta de inspiração ou a falta de vontade de falar sobre o que quer que seja, fenómeno que não se verificava dantes, no antigamente que foi o ano passado e outros anteriores. A inutilidade é a arte de ser. A vida é inútil. E não podia ser mais transcendente
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a indiferença não é boa para a amizade. por isso há tão poucas amizades. núcleos individuais interagindo entre si. dificilmente as interacções se dão sem grandes doses de indiferença. para isso é necessário que o interesse entre si seja total. e eu já nem sei do que estou a falar. estou indiferente para comigo próprio
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não sei o que escrevo, porque escrevo. por vezes torno-me ridículo, mas creio que essa é a nova forma de ser original e incrível


não creio que seja de propósito mas realmente sucede. não sei que fazer. as pessoas perdem-se um bocado. é bom sinal. há espaço. e podemos sempre ocupar esse espaço. sem limitações. ou talvez com elas. mas apeteceu-me escrever aquilo. a liberdade é interessante e coiso. lá estou eu ridículo outra vez mas não é de propósito. juro pelo menos um milhão de vezes. dói-me os rins, ou a bexiga. ontem aguentei a urina muito tempo. estou a ouvir música mas devia estar a dormir. passo mais de dez minutos por dia no computador. já não sei tocar guitarra, nem tenho com quem o fazer. as paredes são todas brancas com a excepção das solitárias marcas de fita-cola, os pretensiosos riscos de lápis e os numerosos vestígios mortais, ou nem por isso, de insectos voadores, a maior parte dele com o interessante hábito de voar junto aos nossos ouvidos provocando um barulho irritante para depois pousarem na nossa pele e nos sugarem o sangue. sugar é açúcar, mas tenho quase a certeza que esses insectos não sabem isso. se soubessem arranjariam uma palavra mais adequada e original. raios parta a história. era queimar tudo e começar tudo de novo. assim tenho de ser ridículo porque me vendo à doce ambição de ser original (petulante criança sou ao julgar que tal patamar me é devido ou dado sem pelo menos deixar de ser eu). não tenho de ser original. mas gostava de ser incrível. agora estou só a ser ridículo a brincar com palavras do título para terminar mais ou menos bem, depois de uma porcaria de um texto que para além de mal escrito não diz nada. podia ambicionar algo mais, mas nem sei porque é que escrevi isto agora e, por isso, não me interessa, se bem que ambicionava que amanhã fosse um dia, já que hoje foi muito aborrecido porque muitas coisas más aconteceram entre elas sei lá e outras.

moral da história: eu sei que digo muito lixo inútil mas enfim. é o que sabe melhor.
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A orfã

Por entre clorofórmio, sono, doenças, morte, sangue, dor, ou simplesmente atrás de uma árvore durante uma pequena sesta:

estás sozinha no mundo criança

não tenho o meu papá a minha mamã os meus irmãos

morreram todos num acidente

não morreram não foram para o céu que eu sei

estás sozinha no mundo criança

e não tu é que estás

pois estou sempre estive tal como tu

mas eu tenho amigos

e eles estão lá para ti

claro que estão sempre

ou será que estão lá para eles

cala-te parvo não gosto mais de ti és mau feio sujo gordo burro e mais mau ainda

Mas de facto, a criança estava sozinha.
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são quase 3 da tarde mas para mim é como se fossem 3 da manhã

Não feches os olhos. Aguenta mais um pouco. Sei que tens sono, mas de que vale o sono? Seres transportado para um outro universo, que nem sequer é real? Achas que é? Pois bem, mas estás errado! O mundo dos sonhos não é mais do que uma ilusão para te afastar da vida. Já aqui, nesta embriaguez de realidade, na crueza desta noite cerrada, consegues ver tudo claramente, tudo realidade que se monta à tua vontade. Porque é a tua vontade que manda e impera, como deusa ardente no topo do seu altar de rosas e cravos. E tudo é ela, tudo ela a mandar. Mas sempre realidade. Como? Os sonhos derivam de percepções da realidade? Julgas-te inteligente para me contradizer? Traz-te paz dizes tu? Mas que paz é essa? Uma paz total? O sonho é uma droga que te retira o poder, todo o teu poder, gostas de ver a tua vontade transformada numa camponesa de braços sujos? Aqui não, porque a embriaguez da vida e do sono não se pode considerar uma droga, mas um estimulante que te torna no que muito bem entenderes. Ainda assim queres a paz do sono? Juro que não te entendo! Queres tanto dormir, pois dorme então, ou tens medo de acordar e de perder toda a paz que em parte já tens?
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Redundância

Somos sempre os mesmos, por mais que sejamos pessoas diferentes. Conservamos a memória, a linha de identidade que nos faz responsáveis pelo passado, responsáveis pelo futuro e presente, e merecedores de todos os louros em caso de resultados positivos. Somos sempre culpados, porque tudo muda à nossa volta mas nós não. É curioso como sem ninguém deixar de ser quem é tudo muda.

Por isso recaímos tantas vezes nas mesmas falhas, nos mesmos erros. Somos sempre nós, de uma forma por vezes irritante. Sádica forma de dizer "à quanto tempo!" depararmo-nos com algo que já fomos, e que apesar de numa forma não activa, ainda somos. Eu arriscaria dizer que somos redundantes. Buscamos sempre a mesma coisa, ainda que por caminhos diferentes em diferentes épocas.

Não me vou perder a discorrer em linhas o deprimente e aborrecido que é ter o nós, o futuro, passado e presente, às costas. Vou gastar apenas uma frase: não é triste ter de escolher por um nós, em detrimento de um outro, que no fundo busca a mesma coisa?
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O desespero vai e vem, nós ficamos. Estava na esplanada quando ele passou. Acenei-lhe e vi-o seguir. O passo dele era acelerado, nem sei para onde ia. Vi-o voltar. Vinha calmo, demorava a sair. Parecia não querer deixar-nos. Disse-lhe adeus, mas sei que vai voltar. Quer seja para um olá privado, ou com pompa, numa festa nacional. Adeus desespero!
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Antes de fazer alguma coisa, estava deprimido com a minha inacção. Agora estou deprimido com a vida. Irónico. Talvez não...
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Subconsciente- o rebelde

Agonia-me a vida. Agonia-me a sua incerteza. Isto quando não me aborrece claro está. Prefiro a agonia ao terrível vazio do tédio, que faz apodrecer em vez de envelhecer. Não sei se hoje tédio ou agonia, mas sei com certeza que muito desagradável. Ah, que nefasta vontade de me fazer ao céu por essas janelas que não dão para lado nenhum...

O subconsciente enche-nos de sonhos, fixações, objectivos razoáveis mas longínquos, enquanto o ser razoável perde as suas horas a desfazê-los, para uma menor distância da paz. Quantas vezes me vi a acordar com sentimentos que já não tinha na noite anterior. Mais, quantas vezes me vi acordar com sentimentos que há muito não alimento e que ainda na noite anterior decidira desfazer da razão, por perceber que não existiam já. O subconsciente não aceita ordens, o subconsciente não aceita a razão, o subconsciente quer o céu e busca-o, por mais que precise de se revoltar contra todo o ser, contra a sua sanidade, e contra aquilo que parece ser a vontade do todo. O subconsciente é a minoria que nunca pare de lutar pelos seus direitos.

Não é, por isso, estranho que nos apareçam coisas na cabeça que nos não pertencem: essa é a típica estratégia terrorista desse rebelde que por vezes nos enche, por vezes se esconde, mas nunca desaparece. O ser racional esse quer a normalidade, quer a razão e combate contra todos os resquícios de alma e de insubmissão que pendam de nós. É a guerra da mente e da alma. Uma guerra amigável que nos faz seres incoerentes, mas acima de tudo, que nos faz ser.
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irritação

Essa inacção que te prende irrita-me.
Cheira-me a opressão disfarçada, ironia, palhaçada.
Aposto que não chegas lá, nem tentas. Tão fácil, tão perto, e no entanto, ignoras a distância, fechas os olhos e lá longe não chegas.
Irritas-me! Tu e essa tua estupidez enchem-me de horror, nojo e estupefacção. Como é possível essa tua inacção?
Essa vontade de fazer, de mudar e, no entanto, paras, estagnas, faleces como tudo o que não mexe.
Irritas-me tu... Irritas-me profundamente, sentado nesse sofá cor-de-pouca-acção, onde tudo parece igual.
Tudo é igual, e onde estás tu para fazeres as coisas diferentes?
Irritas-me tu... E eu irrito-te a ti...
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