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Ataque a acampamento cigano no RJ deixa três mortos e dois feridos



Três pessoas foram assassinadas e outras duas ficaram feridas num acampamento cigano em São João da Barra, norte do Rio de Janeiro. De acordo com testemunhas, os disparos foram feitos de um carro.


FONTE G1
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CIGANOS BRASILEIROS


Lugares da Capital desconhecidos para a maioria e disponíveis para todos têm registros da fotógrafa Ana Lima, que assina a exposição Descobrindo São Paulo, em cartaz na Biblioteca de Arte Ilva Aceto Maranesi, em São Bernardo.
Voltada a quem deseja enxergar a cidade, a mostra contempla tradições que muitos julgam estar perdidas, mas se encontram a poucos metros: seja na esquina ou na mulher que observa a vida pela janela do ônibus lotado.
Em 30 fotografias, revela olhar atento sobre o inusitado. Ana, também jornalista, leva o público a reconhecer a diversidade que compõe a metrópole de tantos contrastes e belezas.
O visitante recebe o convite para fazer uma viagem. É possível conhecer o acampamento de ciganos do Itaim Paulista, o túnel de fuga do Batalhão Tobias de Aguiar (Rota) ou o Templo do Solo Sagrado, que fica às margens da Represa do Guarapiranga.
A curadora é Jô Rabelo, professora de fotografia em cursos de Comunicação da Universidade Metodista de São Paulo.
De terça-feira a sábado, das 9h às 17h (exceto às quintas, das 9h às 21h). Na Biblioteca de Arte Ilva Aceto Maranesi - Rua Kara, 105, São Bernardo. Tel.: 4125-2379. Grátis. Até 26/2.

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CIGANOS NO BRASIL (DISCRIMINAÇÃO)

Ponto de Vista 
Os discriminados povos ciganosPublicada: 19/01/2011 01:16| Atualizada: 19/01/2011 00:14
Consuelo Pondé de Sena

Calcula-se que existem cerca de um milhão de ciganos no Brasil de hoje. Uma minoria sempre perseguida e humilhada, apesar de também ter contribuído para a formação da gente brasileira.
Esses povos imigrados da Europa entraram no país a partir dos tempos coloniais. Em nossos dias, muitos deles tornaram-se sedentários e, outros tantos, ainda perambulam pelas cidades, tanto nas capitais quanto no interior. Frequentemente são presenças evitadas ou incômodas, olhados com desconfiança. Pessoas vistas com desprezo por muitos, fazem parte dos grupos discriminados.
Agredidos por palavras ou gestos, são ainda acusados de roubar sem dó nem piedade. Não sei até que ponto são realmente pessoas perigosas, capazes de ludibriar a todos que deles se aproximam ou são por eles abordados.
Sua origem é envolta em mistério, assim como suas histórias sempre foram transmitidas de geração a geração, pela oralidade, fato que não confere muita segurança aos estudiosos. Muitos especialistas acreditam que os ciganos são originários da Índia, mas as referências bíblicas a esses povos apontam a sua procedência da antiga Caldeia (região que hoje corresponde ao Iraque). Acreditam num único Deus criador, Devel, o que os aproxima dos povos semitas e não dos indianos, crentes nas várias divindades do seu panteon sagrado.
Constata-se que, tendo raízes no Oriente Médio, surgiram alguns milênios antes de Cristo. Sabe-se igualmente que se deslocaram do Oriente para o Ocidente, alcançando a Europa no final do século XIV. Chegaram numa época terrível, de cruel perseguição do Tribunal da Santa Inquisição. Perseguidos pelo nefando Tribunal da Igreja Católica, foram acusados de heresia porquanto, convivendo com mouros e cristãos, oscilavam entre o paganismo e o cristianismo.
Acresce que, além dos preconceitos em relação à religiosidade, à cultura e ao modo de vida nômade, atravessaram os tempos, não ficando restritos apenas à Idade Média. Muitos séculos depois, durante a Segunda Guerra Mundial, foram alvo da sanha nazista que defendia a existência de uma raça pura, a ariana, na Europa.
As estatísticas atuais falam da existência de cerca de 2 a 5 milhões de ciganos em todo mundo, concentrados especialmente na Europa Central, em países como a República Checa e Eslovaca, Hungria, Iugoslávia, Bulgária e Romênia.
Ao nos referirmos a esse assunto, temos que tratar da etnia cigana em Portugal, onde não existe tradição desses estudos. Trabalho exaustivo foi feito por Adolfo Coelho (Os Ciganos em Portugal), publicado em 1892, apesar de a presença cigana em Portugal remontar ao século XIV, o que reafirma a hipótese sustentada por Paulo Machado de serem os ciganos a comunidade étnica mais antiga do país.
Esse mesmo estudioso sublinha a exclusão severa desses povos em Portugal, onde chegaram a partir da Estremadura espanhola, procedentes dos Pirineus franceses, sobretudo entre os séculos XIV e XVI.
Segundo Mello Moraes Filho, "doze penitentes chegaram a Paris, em 1427. Eram homens estranhos, de cabelos crespos, acompanhados de mulheres trigueiras em cujas orelhas brilhavam brincos de prata e de pedraria". Estabeleceram-se nas imediações de Saint-Dénis e o povo curioso corria para ouvir daquelas mulheres a 'buena-dicha', ao mesmo tempo em que 'a pilhagem e o roubo estendiam-se pela cidade'.
Sofreram discriminação severa, marcada na ordem jurídica interna, tais como castigos, degredo, expulsão, condenação à morte, interdição de residência. Exemplos de discriminação jurídica podem ser objeto de análise desde tempos muitos antigos até os dias atuais. Em Portugal, somente no final do século XX, foi erradicado do Relatório Anual de Segurança Interna um quadro estatístico, no qual eram considerados suspeitos das práticas de certa criminalidade: negros, ciganos e brancos.
Em todas as pesquisas que realizei nos livros antigos de batismo e casamento do Arquivo da Cúria do Salvador, observei que os ciganos eram anotados nas margens dos assentamentos ao lado dos africanos, numa nítida discriminação desses grupos alienígenas, que viviam no agreste baiano, região que eu estudava.
Como disse acima, os ciganos, apesar de terem sido muito cedo introduzidos no Brasil ainda são mal estudados.
Deve-se ao baiano Mello Moraes Filho contribuição inestimável à ciganologia patrícia, sobre quem tratarei em outro texto.
Publicada: 19/01/2011 01:16| Atualizada: 19/01/2011 00:14






imagem arquivo do blog

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Leitoras natas da sorte estão em Cuiabá

Reportagem acompanha dia da comunidade nômade que está há alguns meses na Capital. Pela tradição, mulheres do grupo nascem com dom de ver a sorte


No Centro, mulheres oferecem leitura da mão e recebem o que cliente se dispor a pagar, não podem cobrar



Elas vivem da sorte alheia e chamam a atenção por onde passam. As saias multicoloridas se destacam em meio à multidão de calça jeans. Tatuagens estampadas no corpo com nomes de familiares e o sorriso amarelado, não de sujeira, mas de uma infinidade de dentes de ouro são outras características desse grupo misterioso de mulheres.

A reportagem do Diário entrou no universo da cultura cigana. Por um dia, foi possível acompanhar como um grupo de mulheres ciganas carrega na vida o peso de uma tradição que é passada de geração a geração. A primeira constatação é óbvia. Uma cigana leva uma vida simples e nômade.

O sentido do pertencimento e o elo de afetividade a um lugar são sensações distantes do mundo delas. Talvez é por esse motivo que elas são tão arredias. O maior desafio desta reportagem foi entrevistar o grupo. Quando mal abriam a boca para responder uma pergunta, logo disparavam entre si um dialeto difícil de se entender.

Mas uma das ciganas, também de respostas curtas como já se sabia, resolveu falar um pouco da vida que o grupo enfrenta para manter acesa a tradição. Ela se chama Sandra Costa.

De acordo com Sandra, o grupo é do estado de Goiás e está há pelo menos três meses em Cuiabá. Sandra e outras quatro mulheres todos os dias saem cedo do acampamento montado no bairro Três Barras e seguem rumo à praça Ipiranga ou a qualquer lugar do centro da Capital com maior concentração de pessoas.

Nesses locais, elas abordam as pessoas para oferecer o que segundo elas é um dom nato: a leitura da mão para mostrar a sorte das pessoas. De mão em mão, elas acabam ganhando trocados de transeuntes e, com isso mantêm o sustento temporário da família no acampamento. Segundo o grupo, não se cobra pela leitura da sorte. O pagamento fica a critério de quem está recebendo a leitura.

O dom de ler mãos se desenvolve apenas nas mulheres. De acordo com a cultura cigana, a menina, quando completa 12 anos, começa a dar os primeiros passos na leitura. Ela aprende a ler a sorte sozinha. É como andar, correr e falar. O domínio do dom só chega quando ela completa 18 anos. Elas também fazem simpatias.

Outra constante entre as ciganas é a maternidade. Muitas delas têm filhos ainda adolescentes. A mais jovem do grupo de ciganas que o Diário acompanhou tem 18 anos e já carregava dois filhos.

O idoso é uma figura de respeito. Entre as ciganas, por exemplo, a autoridade é exercida por uma cigana idosa. É ela quem decide quando o grupo deve retornar para o acampamento, que locais devem passar, assim por diante. Esta cigana idosa é casada com o chefe do acampamento, que é a maior autoridade entre as famílias acampadas.

Quando a reportagem esteve no acampamento que foi instalado ao fundo de um supermercado no bairro Três Barras, o chefe do grupo não estava no local e, por isso, muitas perguntas deixaram de ser respondidas. Segundo elas, era necessário ter a autorização dele para falar.

ESTRUTURA – Barracas de lona e chão de terra batida. Assim é a infraestrutura do acampamento dos ciganos em Cuiabá. A comida é feita em panelas sobre tijolos. O fogo ateado em gravetos aquece a comida. O acampamento não conta com banheiro. Um vizinho cedeu um banheiro com ducha e vaso sanitário que é utilizado por todos.

Cada barraca conta com um carro de passeio, de propriedade dos homens. O que chama a atenção entre os ciganos é a possibilidade de um homem poder ter várias mulheres. Essa concessão foi confirmada pelas ciganas, mas ninguém disse se algum homem do acampamento era casado com mais de uma mulher.

Na família cigana é o homem quem manda. No acampamento cuiabano eles vendem toalhas e são reconhecidos de longe. Trajam calça jeans com uma grande fivela presa ao cinto e camisa de manga comprida.

Com uma cultura bastante diferenciada de grande parcela da população, todas as ciganas entrevistadas disseram não se arrepender da vida que levam. “É a nossa tradição”, disse uma delas. Outra foi mais enfática. “A pior coisa é ter patrão. Nós somos livres”, finalizou. 


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Casamento cigano na Tenda Tzara Ramirez (CIGANOS BRASILEIROS)



Cerimônia de casamento cigano
 realizada na tenda Tzara Ramirez, 
em Nova Iguaçu, domingo 24 de maio de 2009. 

FONTE YOU TUBE


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Misticismo e tradição no filme ´Gato Preto´ (CIGANOS BRASILEIROS)

Filme com locações em Quixadá aborda lenda urbana e vida cigana, mas poderá ser concluído em outra cidade
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Primeiro longa de Clébio Ribeiro, "Gato Preto" narra a trajetória de um grupo de ciganos que acampa em Quixadá. História é baseada em histórias ouvidas pelo diretor na infância 
FOTO: ALEX PIMENTEL



Quixadá. Um ano após as gravações do média-metragem "O Auto da Camisinha", o produtor e roteirista Clébio Ribeiro retorna à Quixadá, sua terra natal, para produzir seu primeiro longa-metragem, "Gato Preto". A primeira fase de gravações acaba de ser concluída. A produção tem como foco principal a cultura cigana, mas traz como background manifestações espirituais de uma menina-moça.

"Gato Preto" conta uma história que se passa em 1970, quando um grupo de ciganos acampa nos arredores de Quixadá. Aos poucos os ciganos se integram à vida da cidade e, utilizando a habilidade para o comércio, fazem da feira seu ponto de encontro. Mas após conflitos com os comerciantes, os ciganos são expulsos.

Anos depois, a jovem Mariana passa a ser tomada por uma força indômita que a faz, surpreendentemente, subir a parte mais íngreme da Pedro do Cruzeiro, ponto turístico da cidade. Um romance proibido poderá ser a resposta do mistério que envolve a jovem moça.

Inspiração
Quando era pequeno, o produtor ouvia com frequência a história da menina que andava pelas ruas de Quixadá, que serviu de inspiração para seu roteiro. Quanto aos ciganos, sempre os via na cidade. Era década de 70, quando tinha cerca sete anos.

"Aquelas cenas ficaram na minha memória. Resolvi transformá-las em imagens".
Na opinião dele, os ciganos ainda são vítimas de preconceitos e de discriminação, por serem minoria. "O filme vai reconhecer a importância desses grupos na nossa formação cultural", acrescenta.

Como na sua última produção, Clébio Ribeiro volta a apostar em grandes nomes no elenco de sua trama cinematográfica. Além dos atores globais Jackson Antunes e Alexandre Mandarino, a poetisa, atriz e produtora cultural Aurora Duarte volta à tela após cinco décadas. Ela estrelou e produziu o clássico "A morte comanda o cangaço", considerado por muitos críticos uma obra-prima do cinema nacional. Quem também deverá integrar o elenco é o cantor Ney Matogrosso. Eles devem participar da segunda fase das gravações, previstas para março.

Mudança de locação
Embora o enredo esteja relacionado à infância do produtor, nos arredores da Pedra do Cruzeiro, uma das atrações turísticas de Quixadá, ele está avaliando outro local para as locações seguintes. As obras de saneamento da sua cidade ainda não foram concluídas. Ruas e avenidas estão muito esburacadas. O panorama não é nada agradável. Bem diferente da época da sua mocidade, que, segundo ele, era uma cidade bela e limpa. Ele externou publicamente sua frustração na entrega da Medalha Rachel de Queiroz a Aurora Duarte.

"A próxima etapa das nossas gravações só irá ocorrer em Quixadá se a malha viária passar por reforma, caso contrario o cenário será Quixeramobim", afirmou o produtor. Ele justifica sua preocupação: a segunda parte do filme se desenrola na área comercial da "Terra dos Monólitos. "Mostrá-la esburacada e suja, é melhor ir para outro lugar", completou.

O ator global Alexandre Mandarino também fez críticas à situação da cidade. Nos bastidores, comparou o cenário como ideal para a realização de filmes de guerra. Parece ter sido bombardeada. Tem buraco para todos os lados. Lamentou a falta de cuidado urbanístico. Ele tem viajado por todo o País e ressaltou serem poucas as cidades onde existem tantas belezas naturais como em Quixadá. "No Rio de Janeiro a gente sabe onde fica Quixadá, por seu cenário encantador".

Por ironia, quando Clébio Ribeiro acena para a possibilidade de conclusão das gravações de "Gato Preto" na cidade vizinha, caso a Prefeitura de Quixadá não restaure suas ruas e avenidas até março, a ordem de serviço para as obras de saneamento básico de Quixeramobim é assinada. Os serviços preliminares foram iniciados, mas o prefeito Edmilson Júnior assegura a realização das obras de forma organizada. "Não haverá buraqueira na minha cidade", completou.

O prefeito de Quixadá, Rômulo Carneiro, reconhece os transtornos causados pelas obras. Ele não imaginava tanta demora. O serviço só deve ser concluído no fim de fevereiro próximo. Segundo o chefe do executivo municipal, já estão sendo captados recursos para a recuperação das ruas e avenidas. Dependendo dele a "Terra dos monólitos" voltará a ser a mais bela cidade do Interior do Ceará, digna se ser cenário das grandes produções cinematográficas, inclusive "hollywoodianas".

Equipe de produção
200 figurantes e 70 técnicos estão envolvidos nas filmagens de "Gato Preto", que também conta com atores de renome como Jackson Antunes, Alexandre Mandarino e Aurora Duarte





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Ilha sediará IV Encontro Cigano no sábado 11/12

Ilha Comprida – Apresentação da Banda Brazilian Gipsys, presença de vários místicos, show circense com a família Sbano (SP), ritual da fogueira, praça da alimentação e outras atrações movimentarão o IV Encontro Cigano da Ilha Comprida, que acontecerá no sábado 11/12, a partir das 19 horas, na Pousada e Apartamentos Tupinambá, organizadora do evento. O Encontro tem a meta de mostrar à população regional a rica cultura cigana.


A organização destaca que a festa acontece em diversas cidades do país e representa um marco contra todo tipo de preconceito e discriminação contra os ciganos. “Trata-se de povo muito sofrido que, ao longo da história, acrescentou muito na cultura dos países e a absorveu também”, explicou a organizadora Sandra Paiva Bruno. Ela ressalta o aspecto familiar do Encontro, além da alegria, magia, beleza e muita energia, características dos povos ciganos.



Sandra Paiva acrescenta que o Encontro, que contará com a cigana Shirlene, autêntica cigana do clã Matchuana, tem também a meta de auxiliar na construção da Capela de Santa Sara Kalli, na Ilha Comprida. O encontro não tem fins lucrativos. Os convites podem ser adquiridos na Pousada Tupinambá, fone(013) 38423084, Sarawati Moda Indiana,a Av. Copacabana (013) 38423092, na Ilha, ou em São Paulo, com Telma (011) 20683659. Crianças até 10 anos não pagam. Mais informações e reservas com ciganocristiano@hotmail.com .A Pousada Tupinambá fica na Av. Beira Mar, 12.000,no Balneário Icaraí.



 
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Casamento cigano encanta a população de Giruá (CIGANOS GAÚCHOS)




SE O VÍDEO NÃO ABRIR,CLIQUE AQUI., FONTE: CLICRBS



NOTAS DO BLOG:

A REPORTAGEM COMEÇA NO TEMPO 04:20 MIN.

CIGANO USANDO BOMBACHA (CALÇA DOS GAÚCHOS) E COMENDO CHURRASCO.
EU JÁ TINHA POSTADO E ME DISSERAM QUE É MENTIRA.

ENTÃO CLIQUE AÍ EMBAIXO E REVEJA.

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Trindade terá Secretaria da Igualdade Racial, Mulher e Afrodescendentes (CIGANOS EM GOIÁS)

A câmara de vereadores de Trindade aprovou a criação da Secretaria de Igualdade Racial, Afrodescendentes, Mulheres e Ciganos. A representante da nova Secretaria esteve em Goiânia para uma reunião com a Superintendente da Igualdade Racial –Supir, da Secretaria Estadual de Políticas para Mulheres e Promoção da Igualdade Racial, Sonia Cleide Ferreira, que se comprometeu a auxiliar na estruturação da nova pasta em Trindade. Sônia afirmou que na região há grande número de ciganos, negros e uma comunidade de quilombolas e com a nova secretaria, os atendimentos poderão ser melhor estruturados.

Mais informações: (62) 3201-5347

imagem arquivo do blog,meramente ilustrativa
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Ciganos tem carros queimados em acampamento no Cidade Aracy

No início da tarde desta terça-feira (2), foi registrado um incêndio no Cidade Aracy. A Policia Militar foi acionada em um acampamento de ciganos.
Eles declararam que viram duas pessoas despejando uma latão de álcool nos veículos Monza, placas de Fraca, e um Escort, placas de Rio Claro, em seguida os indivíduos atearam fogo nos veículos e fugiram.
O Corpo de Bombeiros foi acionado, mas os veículos ficaram totalmente destruídos.


NOTA DO BLOG;

SÓ ESPERO QUE NÃO SEJA POR INTOLERÂNICA, SÓ ESPERO.
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Ciganos: uma verdade em segredo


parte 1




parte 2







Documentário sobre os ciganos no Brasil.
Trabalho de mini TCC de 2007 do curso de jornalismo da Anhembi Morumbi

FONTE YOU TUBE
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Casamento reforça tradições ciganas (CIGANOS NO RIO GRANDE DO SUL)

Cerca de 90 famílias ciganas estão reunidas, na sede campestre dos irmãos Cesarino, desde a última quinta-feira, para a celebração do casamento que une as famílias Nicolau e Rista.

O noivo, Leonardo Jorge Rista, é de Pelotas e a noiva, Tatiane Bertonceli Nicolau, é de Bagé. De acordo com o ritual cigano, a festa de casamento dura três dias, explicou o avô da noiva, Oscar Nicolau. Entre familiares e amigos, aproximadamente 600 convidados desfrutam da gastronomia, da hospitalidade e da alegria dos ciganos, que é um povo muito cordial. Eles se preocupam em manter suas tradições, em especial, em festas como casamentos, em que participam convidados de vários lugares. Neste, em particular, vieram de diversos estados brasileiros como São Paulo, Paraná, Santa Catarina, Rio de Janeiro além dos do Rio Grande do Sul. Do exterior veio gente da Argentina, Uruguai e Venezuela. Oscar Nicolau revelou que, no primeiro dia de festa acontece o noivado. No segundo dia ocorre o casamento e, no terceiro, a festança é por conta do pai da noiva e serve como despedida. Nos dois primeiros dias a festa é custeada pelo pai do noivo. Toda a hospedagem foi feita no modo tradicional. Convidados, familiares e padrinhos se acomodaram nas barracas ao redor do ginásio onde ocorreu a festa. As comidas, na sua maioria são muito temperadas e apimentadas. O pão cigano (pogacha) é servido entre diversas iguarias, como o sarmi (arroz com carne de porco enrolado em folhas de repolho). Não faltaram também os saborosos e conhecidos churrascos de ovelha e gado. Como a festa era grande, as quantidades eram assombrosas. O bolo pesava 70 quilos; de refrigerantes variados e água mineral, para quem não podia tomar bebidas alcoólicas, veio um caminhão. Para quem gosta e pode beber, havia três mil litros de chope, além de outras bebidas. Muitas frutas, tanto nas mesas como nos pratos elaborados pela família. Leitões e frangos assados no forno eram oferecidos com fartura e generosidade. Para simbolizar a alegria das famílias, a tradição cigana orienta que a decoração das mesas seja feita de acordo com a cultura. Para isso, eram trocadas duas vezes ao dia, pelas mãos de profissionais contratados. A cada um que dava presentes aos noivos, eram dados um lenço vermelho e outro verde (simbolizando gratidão), que os convidados colocavam em torno do pescoço. Para alegrar os que lá estavam foram contratadas duas bandas uruguaias que executavam músicas ciganas, cumbias e música popular brasileira. Após a cerimônia religiosa (as famílias são católicas), que aconteceu na Igreja Nossa Senhora Auxiliadora, os noivos acompanhavam as danças dos convidados desde uma tenda especial onde ficavam em destaque recebendo as saudações. Oscar Nicolau, que recebeu a reportagem junto com sua esposa e seu cunhado, José Bento, disse que a vida em barracas já não faz parte do cotidiano dos ciganos. “Só para viagens ou festas como essa”. A maioria vive em residências convencionais. “Eu mesmo moro em Bagé há 25 anos”, completou. Para um gadjo (não cigano), não é fácil compreender o que é falado. Eles conversam num idioma onde o Romani, o Montenegrino e o Iugoslavo se misturam fortemente. Com a hospitalidade e a simpatia que os caracteriza, receberam a equipe do JM na sua festa. Para as despedidas, um ensinamento do idioma: “aschdeulessa”, que significa despedida com felicidades. A resposta esperada pode ser: ‘ja sastimassa”, que se entende como: volte em paz e com saúde.
FONTE: 


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