Showing posts with label a ouvir. Show all posts
Showing posts with label a ouvir. Show all posts

evols| sinfonia visual

white . evols from evols on Vimeo.



um dos mais interessantes álbuns do final de 2010 é o homónimo destes evols (site). banda que estimula com música as dimensões visuais do cérebro. que se veja o poder das imagens do vídeo e das fotos do site deles (todas de um dos membros da banda). que se veja ainda a forma como a música deles sugere paisagens, personagens, acções. veja-se ainda algumas actuações ao vivo. eles são uma sequência de imagens, um filme, uma banda sonora. são uma das grandes revelações da música portuguesa.
READ MORE » evols| sinfonia visual

a revolução dos the gift



completamente diferente de tudo o que os the gift têm feito, surgem estas músicas, mais psicadélicas, mais experimentais, mais pop, menos rock fm. depois da imagem relativamente original que escolheram para capa, depois da distribuição "à la radiohead" dão mais um passo interessante ao atribuírem a música a dois actores, acontecimento que já deu notícia lá fora.

voltando à música, ainda não tenho uma opinião muito bem formada. gostei dos coros. gostei de alguns pormenores instrumentais. não sei porquê, mas a potente voz da ... (toda a gente sabe, a mim escapou-me) enerva-me um pouco. para já vale a pena ir ouvindo. esta merece nota positiva, as restantes logo verei.
READ MORE » a revolução dos the gift

the national| anyone's ghost



uma pequena amostra do excelente álbum High Violet, que estou a descobrir já tardiamente. foi considerado um dos melhores álbuns de 2010. os National vêm a portugal, se não me engano, em maio.
READ MORE » the national| anyone's ghost

jennifer gentle| circles of sorrow



senhores de um rock psicadélico admirável, os jennifer gentle encontram nesta circles of sorrow uma sonoridade mágica, de uma outra dimensão. do notável álbum Valende (2004, SubPop), que viaja entre sonoridades ora mais coloridas, ora mais melancólicas. parafraseando a faixa final: "nada faz sentido" neste álbum. por isso é tão importante ouvi-lo, vivê-lo.
READ MORE » jennifer gentle| circles of sorrow

modest mouse| this is a long drive for someone with nothing to think about


e assim começa esse álbum perfeito.
READ MORE » modest mouse| this is a long drive for someone with nothing to think about

radiohead| king of the limbs dia 19 de fevereiro



é verdade, sai amanhã aquele que é, para já, o mais forte candidato a álbum do ano. pela amostra desta excelente Lotus Flower, só podemos esperar coisa boa...
READ MORE » radiohead| king of the limbs dia 19 de fevereiro

the n.e.c.| é não é?



de atlanta, eua, os the n.e.c. apresentaram em 2010 este álbum Is. apresentam-se no myspace como psicadélico shoegaze, o que os classifica melhor que qualquer outra etiqueta (ainda que eu não saiba descrever o shoegaze), e têm neste álbum um excelente exercício de expressão musical. com diversos pontos fortes, destaco a Tightroper (no player carregando no botão de informação vai-se ter ao bandcamp onde se pode escolher a faixa), talvez por ser de todas a mais simples, sem que isso ponha em causa a sua harmonia e a sua beleza. com a voz distorcida, as guitarras servem o prato principal, enquanto o baixo e a bateria elevam a música a uma qualidade surpreendente. é de louvar o poder com que iniciam o álbum.
READ MORE » the n.e.c.| é não é?

Moody Blues| Melancholy Man

READ MORE » Moody Blues| Melancholy Man

supergrass| tales of endurance



variando entre o registo transcendente e o brit-pop que lhes é conhecido, os Supergrass têm neste Tales of Endurance um som de resistência, abrindo o excelente Road to Rouen de 2005, que inclui, por exemplo a brilhante St. Petersburg. é realmente uma pena que a banda britênica tenha acabado.

(creio que não existem mais para além desta. se alguém souber porque é que se chama part.4,5 6, pode acrescentar nos comentários)
READ MORE » supergrass| tales of endurance

anda aí um filho da mãe que toca guitarra que se farta!



vindo dos If Lucy Fell, dos I Had Plans e dos recentemente formados Asneira, Rui Carvalho decidiu avançar por uma carreira a solo. com o bonito nome de Filho da Mãe deambula por sonoridades tão diferentes como a guitarra de Carlos Paredes (deambulação menos frequente) e os Blues bem americanos, formando um estilo único, diferente de tudo o resto. com apenas (apenas? tanto!) uma guitarra semi-acústica de cordas de nylon cria magníficos ambientes em que não só a música maravilha, como também a dança dos dedos do Filho da Mãe, visualmente incrível de ver, embriaga o público.

o som deste vídeo não terá grande qualidade, haveria outros com melhor, mas esta é a música que gostaria de destacar, principalmente pela presença das sonoridades coimbrãs do fado e americanas do blues. aconselho a passagem pelo seu myspace.

READ MORE » anda aí um filho da mãe que toca guitarra que se farta!

Cream| White Room



a banda essencial de Eric Clapton.
READ MORE » Cream| White Room

shadows| apache

READ MORE » shadows| apache

Fleet Foxes| Helpless Blues em maio





com uma belíssima capa, Helpless Blues é, definitivamente, o nome do segundo e novo álbum dos Fleet Foxes. com uma primeira parte mais tradicional, o tema de avanço (de mesmo nome que o álbum) apresenta a sonoridade própria dos Fleet Foxes, desta feita banhada com guitarras eléctricas, no que pode ser uma aproximação aos Blues, como, aliás, parece ser prova disso o título do álbum.
READ MORE » Fleet Foxes| Helpless Blues em maio

Queen| Play the Game



não sou o maior fã de Queen. eles são me relativamente indiferentes. mas têm músicas fora do normal. é o caso da Bohemian Raphsody e desta Play the Game, por exemplo. sem luxos, constroem uma relativamente simples canção de amor. belíssima por sinal.
READ MORE » Queen| Play the Game

neste momento no porto| para mal dos meus pecados

READ MORE » neste momento no porto| para mal dos meus pecados

"my daddy was an astronaut"



há muito que ando para ouvir alguma coisa do Nick Cave, escritor e guionista que ficou conhecido pela sua música com os Bad Seeds (Nick Cave & The Bad Seeds). os Grinderman editaram o segundo disco o ano passado, Grinderman 2, mas só agora ouvi esta Man In the Moon, um registo de 2007 que vale a pena ouvir: teclados que chamam por The Doors,um notável papel de guitarra (ou de similar instrumento de cordas eléctrico), um baixo aditivo com a bateria a finalizar. chega-se a sentir o sonho e desilusão da letra magistralmente composta por Nick Cave.
READ MORE » "my daddy was an astronaut"

mudança de marés



a forma intempestiva como o piano entra em The Pelican, em harmonia com a voz desesperada, em nada previne o ouvinte para a força libertada aquando de "leave you nothing", desaguando numa sequência de bateria e guitarra perfeita. é uma alegoria de um pelicano e do pescador a quem rouba o peixe, uma relação humana em que existe aproveitamento de uma das partes, susceptível a forças superiores. retirada de Friend and Foe, o brilhante álbum dos Menomena!.
READ MORE » mudança de marés

Flaming Lips - Powerless



não é a primeira vez que posto algo dos Flaming Lips, e do seu esquizofrénico álbum Embryonic. primeiro uma música sobre a capacidade de se conseguir ser qualquer coisa, agora "you should do what you enjoy/ no one is ever really powerless". uma mensagem optimista carregada de amor à liberdade que contrasta na perfeição com uma música pessimista, que perde força por via de um trabalho de baixo absolutamente brilhante.
READ MORE » Flaming Lips - Powerless

sholi - november through june



um dos melhores discos de 2009, uma das melhores revelações da década transacta. arquitectada sobre uma melodia desconcertante, cresce e desabafa sobre aquilo que, aparentemente, é a natureza do amor (interpretação livre do autor deste blog, pode muito bem estar errada), tema corriqueiro facto que não tira grandiosidade à obra, dada a enorme dimensão instrumental e notável construção lírica, fazendo transparecer um desespero do tamanho da música. além disso os versos "this is for myself/ this is not for you" acrescentam algo à letra que, estando eu certo na minha interpretação, acrescenta muito a um tema que parece esgotado.
READ MORE » sholi - november through june

demasiado tempo para morrer

simples, sensível, tocante. é assim esta música. instrumentalmente ligeira, simples e belíssima, assume nas letras o motivo dos avi buffalo: temos demasiado tempo para morrer, temos de nos ocupar com alguma coisa. é simples e pouco rebuscado, mas não deixa de ser uma filosofia de vida que responde a muitas questões.

READ MORE » demasiado tempo para morrer